O seguro que mantém o caixa da empresa vivo enquanto as portas estão fechadas

Corretora Helen Oliveira revela o seguro que paga aluguel e funcionários de empresas paradas

ECON News

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29 de abril de 2026
O seguro que mantém o caixa da empresa vivo enquanto as portas estão fechadas

Muitos empresários ainda enxergam o seguro corporativo apenas como um gasto obrigatório. Mas, no mercado americano, ele é o verdadeiro motor que mantém uma empresa viva durante as piores crises. A corretora Helen Oliveira explica que o seguro de interrupção de negócios (business interruption) funciona como um salva-vidas financeiro, mantendo o caixa no azul mesmo quando um desastre obriga o fechamento temporário das portas.

Usando o setor de restaurantes como exemplo, Helen mostra até onde vai essa proteção. Se o local sofrer um incêndio, uma apólice bem estruturada não paga apenas a reforma do prédio e a troca dos equipamentos perdidos. Ela cobre o buraco financeiro deixado pela paralisação. "O seguro vai dar continuidade ao negócio mesmo estando parado. Afinal, a empresa está de portas fechadas, mas continua tendo o aluguel, as contas e os funcionários para pagar", esclarece a especialista.

O objetivo é evitar que um acidente físico destrua os anos de esforço e leve o negócio à falência. Mas, muito além de proteger, o seguro tem um papel comercial ativo e estratégico. Nos Estados Unidos, ter a documentação de cobertura em dia é regra básica para participar de licitações ou fechar parcerias valiosas com outras companhias.

"A primeira coisa que um grande cliente vai pedir a você, além de referências, é a sua apólice. Eles querem saber se você tem a cobertura adequada para assumir aquele serviço sem gerar riscos. O seguro abre portas comerciais, e quem tenta economizar ficando sem ele, acaba encontrando essas portas fechadas", conclui Helen.