Segurança Informações falsas levam brasileiros a decisões arriscadas ao investir nos EUA
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Fernanda Pontoni revela por que o seguro de vida americano é um dos instrumentos mais seguros para proteger e dolarizar ativos.
ECON News
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A transição financeira para os Estados Unidos desperta um receio universal e compreensível entre empreendedores e famílias imigrantes: o medo de perder o capital acumulado ao longo de uma vida inteira. Em um mercado vasto e altamente regulamentado, a falta de familiaridade com os instrumentos locais frequentemente paralisa decisões estratégicas de investimento e expõe o patrimônio a riscos desnecessários. No programa ECON Experience, a CEO da Pontoni Financial Corp e especialista em planejamento estratégico, Fernanda Pontoni, analisou como essa insegurança cultural afasta os brasileiros de uma das ferramentas de proteção de riqueza mais sólidas do mundo.
Acostumados a direcionar seus recursos para caminhos mais populares ou altamente voláteis, muitos estrangeiros ignoram as opções de blindagem estruturada oferecidas pelo mercado norte-americano. O desconhecimento técnico gera um distanciamento prejudicial na hora de diversificar e rentabilizar o portfólio. "É muito comum falar de bolsa de valores, é muito comum falar de poupança, é muito comum falar de Bitcoin, mas pouco tem se difundido sobre a questão do seguro de vida como um instrumento financeiro super poderoso e inteligente para você utilizar", ressalta a especialista.
A resistência à adoção dessa estratégia esbarra quase sempre em um questionamento herdado das instabilidades econômicas vividas na América Latina: o receio de que a instituição financeira simplesmente quebre. No entanto, a realidade estrutural do sistema de seguros dos EUA apresenta uma estabilidade secular que blinda o investidor contra flutuações severas. "Seguradora não quebra aqui nos Estados Unidos. A seguradora mais antiga que a gente trabalha tem 178 anos de vida e a mais novinha 115, ou seja, elas passaram por todas as crises mundiais que já possam ter existido", garante Fernanda.
O grande diferencial que sustenta essa perenidade centenária é o rigoroso lastro financeiro exigido das corporações americanas, garantindo que haja sempre capital disponível em caixa para suprir as exigências contratuais dos segurados. Vencer a barreira do desconhecimento é o passo fundamental para que os empreendedores deixem de tratar o seguro de vida apenas como uma apólice de risco e passem a utilizá-lo como uma poderosa estratégia contábil e jurídica para a consolidação da riqueza em solo estrangeiro.
Sobre Fernanda Pontoni
Fernanda Pontoni é CEO da Pontoni Financial Corp e especialista em planejamento financeiro estratégico. Com mais de 28 anos de experiência nos mercados do Brasil e dos Estados Unidos, Fernanda é licenciada pelo Departamento de Finanças americano e atua diretamente na proteção patrimonial e dolarização de ativos. Sua missão vai além dos números, liderando uma agência em plena expansão focada em ética, propósito e na formação de novos profissionais que buscam democratizar o acesso a estratégias financeiras sólidas.
Veja a conversa completa com Fernanda no ECON Xperience em: https://www.youtube.com/watch?v=oIp4NNue2WY
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