Mercado A Nova Era do Investidor Regional no Mercado Financeiro e Operacional Internacional
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Especialista alerta que o Fundo Garantidor de Créditos é privado e gera insegurança estrutural
ECON News
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O mercado financeiro brasileiro tem testemunhado uma onda de liquidações e crises em bancos de médio e pequeno porte que ofereciam rentabilidades muito atrativas, deixando milhares de investidores em estado de alerta e com medo de perdas financeiras severas. O abalo provocado pela recente crise de instituições locais espalhou uma insegurança sistêmica sobre a real capacidade do Fundo Garantidor de Créditos de honrar todas as garantias em caso de um colapso em cadeia. O especialista Márcio Bandeira detalha o abismo de segurança entre as garantias bancárias do Brasil e as oferecidas pelo governo dos Estados Unidos.
A diferença fundamental está na natureza jurídica da garantia de proteção. O especialista aponta que o FGC no Brasil é uma instituição privada e não tem nenhuma relação direta com o governo. Trata-se de uma composição dos grandes bancos que garante até duzentos e cinquenta mil reais por CPF em uma janela de cinco anos. Nos Estados Unidos, a garantia é uma instituição amparada diretamente pelo governo. Isso ajuda bastante na confiança do investidor, pois existe a segurança estatal norte-americana validando o processo financeiro.
O risco local ficou muito evidente com a recente desestabilização de pequenas instituições. O investidor brasileiro fica com receio totalmente justificado. Tivemos problemas recentes em bancos menores que acabaram levando junto outras instituições financeiras parceiras. Isso gera uma incerteza enorme ao investidor aqui no Brasil sobre se o FGC terá dinheiro suficiente em caixa para pagar todo mundo em um cenário de crise aguda. É uma insegurança constante, embora os grandes bancos componham a estrutura central do fundo.
Diante desse cenário de fragilidade e estagnação de confiança, Bandeira atesta que a alocação de recursos no exterior garante uma proteção institucional infinitamente superior. Nos Estados Unidos, como a chancela é estatal, os investidores possuem uma segurança jurídica muito maior de que a estrutura institucional não será questionada em momentos de instabilidade. A análise conclui e prova que o rendimento extra oferecido por bancos menores no Brasil embute um risco silencioso e muito perigoso para as economias de uma vida inteira.
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